segunda-feira, 4 de setembro de 2017







Não Foi Cassado, Remumviou


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Quando se fala do governo Collor, todo mundo lembra do impeachment. O primeiro presidente civil eleito pelo voto direto após a redemocratização do país  foi também o primeiro a ser afastado do cargo por conta de processo de impedimento.

Mas o que muita gente esquece é que Collor, pouco antes de sofrer a condenação no impeachment, renunciou à presidência. Ele foi estratégico ao tomar a decisão. Ao se dar conta de que não tinha como evitar a derrota no Senado, que implicava a perda do mandato e a proibição de concorrer em eleições nos oito anos seguintes, o presidente abriu mão do cargo.
Collor foi eleito em 1989 e renunciou em 1992 e foi o quarto presidente brasileiro a renunciar ao cargo.

Extraído do
Portal Politize!





Mata-se o que se Adora

No entanto, todo homem mata aquilo que adora,  que cada um deles seja ouvido.  Alguns procedem com dureza no olhar,  outros com uma palavra lisonjeira.  O covarde fá-lo com um beijo,  enquanto o bravo o faz com a espada!

Oscar Wilde




A Necessidade da Cor

O sofrimento, entretanto, é necessário para a formação do homem; todo homem de boa compleição deve trilhar esse caminho:

Essas dores podem ser bastante penosas: mas sem dores não é possível tornar-se guia e educador da humanidade; e coitado daquele que quisesse sê-lo e não tivesse essa pura consciência!

Nietzsche








De Clarice

Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.  Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo. Não esqueço nunca.  Mas há poucas coisas de que eu me lembre.

Clarice Lispector





Escravo da Língua

Nós temos sempre necessidade de pertencer à alguma coisa; e a liberdade plena seria a de não pertencer a coisa nenhuma.

Mas como é que se pode não pertencer à língua que se aprendeu, à língua com que se comunica, e neste caso, a língua com que se escreve?

José Saramago