terça-feira, 4 de abril de 2017


E Por Falar em Seriado



CHiPs 

Série exibida em 6 temporadas, de 1977 a 198 e.baseada nas aventuras de dois patrulheiros rodoviários em motocicletas na Califórnia.

A siglaCHiP significa California Highway Patrol, ou Polícia Rodoviária da Califórnia.

As duas primeiras temporadas da série foram lançadas em DVD no Brasil.

Nas primeiras temporadas, os episódios alternavam momentos de drama e comédia, com esta segunda forma centrada nas ações do patrulheiro porto-riquenho novato Poncherello.

Já Baker era o "cérebro" da dupla, não raro exibindo impaciência com o parceiro.

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segunda-feira, 3 de abril de 2017


Estado Agudo de Felicidade



Com duas pessoas eu já entrei em comunicação tão forte que deixei de existir, sendo. Como explicar?


Olhávamo-nos nos olhos e não dizíamos nada, e eu era a outra pessoa e a outra pessoa era eu. É tão difícil falar, é tão difícil dizer coisas que não podem ser ditas, é tão silencioso.


Como traduzir o profundo silêncio do encontro entre duas almas? E dificílimo contar: nós estávamos nos olhando fixamente, e assim ficamos por uns instantes. Éramos um só ser.


Esses momentos são o meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isso de: estado agudo de felicidade.


Estou terrivelmente lúcida e parece que estou atingindo um plano mais alto de humanidade. Foram os momentos mais altos que jamais tive. 

Clarice Lispector
Nascida na Ucrânia,em 1920 e se fez brasileira

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Caso Contrário, Vira Paixão *

As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física.

Friedrich Nietzsche
que nasceu na Alemanha em 1844


* título dado pelo Blog

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Será humano errar?

Por que não podemos errar? Uma indagação da qual não se pode esperar resposta, simplesmente porque não há resposta convincente.

Errar é humano, diz o dito popular, só que não há tolerância com o ser humano que erra. O erro é inadmissível na ótica do ser humano, o que parece ser uma contradição.

O ser humano não tolerar o erro, que é humano. Ou será que existe algum ser humano que não seja humano? Pode ser um ET, tese defendida por alguns. Eles estariam entre nós, os humanos. Tese que os define como seres perfeitos; Uma casta de alienígenas, acima do bem e do mal. Uma tese.

Sou incrédulo, definitivamente não creio em ET, pelo menos por aqui. Não descarto a possibilidade deles estarem em algum ponto deste imenso Universo.

Mas voltemos ao erro, imperdoável ao ser humano, embora seja parte indelével da existência humana. E quando falo em erro, falo do erro corriqueiro, cotidiano, enfim o pequeno erro que, às vezes, só prejudica quem o comete.

Não ir bem na prova escolar, ou ser reprovado em prova de habilitação, ou ir mal na entrevista para novo emprego, fará de alguém uma pessoa menos capacitada? Um ser humano deixa de ser humano se errar na direção e provocar pequeno acidente? Se torna um criminoso ou um incapaz? Tomar um porre, vez ou outra, e dizer bobagens, faz alguém ser imbecil? Tolo, talvez. Porém diante dos ensinamentos morais da sociedade, da rigidez ética de pais e mestres, será cobrado ad eternum por pequenos errps..

Parece que o ser humano errar não é tão humano como se quer fazer crer.

Jorge Nicoli
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Divagação sobre  Jesus

           
Falar de Jesus Cristo será fácil se optar por vê-Lo  apenas no aspecto religioso, um homem que teria morrido para salvar a humanidade.

Filho único de Deus, que foi concebido sem pecado, morto dois dias antes da Páscoa e ressuscitado no terceiro dia subiu aos céus. Agora se alguém resolver discutir algumas questões sobre a luz da razão fatalmente haverá críticas, principalmente dos religiosos mais fanáticos.

Mas calma, não pretendo entrar em grandes polêmicas, pois, talvez, até me falte  conhecimento  suficiente sobre o assunto. Mesmo assim vou me arriscar  a falar da sexta feira que teria ocorrido a morte de Jesus, ou melhor, começar uns dias antes quando Ele  é levado à presença de Pilatos e este, político, como era resolve entregar à decisão aos judeus. Aí a parte conhecida da escolha entre Barrabás e o Filho de Deus.

Era comum na época, por ocasião da proximidade da Páscoa soltar um preso. O povo optou por Barrabás, o que me parece estranho, pois se foi o povo não seria escolhido Jesus? Que, segundo a Bíblia levava multidão para  ouvi-lo.

Ou não foi o povo e sim os sacerdotes  que fizeram a escolha? Afinal Jesus não era muito bem visto por esta casta.

Outro ponto a considerar, Barrabás, de fato, não era ladrão nem salteador, era zelote, um grupo que queria a libertação através da luta armada. Judas também era um deles e se aproximou de Jesus, para entregar aos romanos, na esperança que o Unigênito de Deus, quando fosse preso chamasse o povo para se rebelar, mas a libertação que Ele queria não era deste mundo.

Judas fracassou,, assim como fracassou a tentativa de rebelião dos zelotes. Massacrados pelo exército romano que deixou vivos, Barrabás, Dimas e Gestes que, crucificados, serviriam de exemplos para qualquer outra tentativa de rebelião.

Os judeus, povo ou os sacerdotes, fizeram o tinham  de fazer, escolher um para ser liberto, e eles nunca consideraram Jesus como o Messias, os romanos cumpriram a lei, pois a eles pertencia o poder. Crucificaram três homens porque eles perturbavam a paz, de um modo ou outro, e o povo – como sempre – apenas era personagem passivo.

O fato é que Jesus tinha pouca importância para os romanos que, para eles era tão somente um pregador, o incômodo era dos sacerdotes, pois Jesus talvez contrariasse alguns interesses religiosos , tanto que Pilatos, para não se indispor com eles, lavou as mãos.

Jesus Cristo foi crucificado e nada mudou, o cristianismo só ganhou força com Paulo. Mas isso é uma história para outra divagação.

                                         Xangô
Colaborador do Sopa de Cebola


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Ateísmo


Falar sobre o ateísmo, muitos tendem a simplificar tal ideia ao mero conjunto de pessoas que negam a existência de um ou vários deuses.

Contudo, o desenrolar dessa questão está cercado de âmbitos mais complexos marcados pela postura e os pressupostos que definem as diferenças entre cada um dos descrentes.

Dessa forma, podemos apontar que o ateísmo se desdobra em formas múltiplas de se reconhecer e agir em um mundo desprovido de deuses.

Para alguns ateus, a inexistência das divindades não se limita ao mero espectro de se colocar presença dessas em dúvida. Além de não acreditarem em Deus, muitos ateus defendem que seja possível – por meio de argumentos racionalmente constituídos – comprovar a ideia de que os deuses e sua realidade espiritual não sustentam a criação do mundo em que vivemos.

Dessa forma, os integrantes do chamado “ateísmo forte” abraçam o desenvolvimento de um diálogo avesso à existência divina.

Em contrapartida, existem alguns ateus que encaram o ponto da insistência divina como uma opção de âmbito pessoal. Ao invés de se lançarem ao extenso simpósio vinculado ao tema, os representantes do “ateísmo fraco” limitam o abandono às divindades enquanto postura calcada em opções próprias entendem pois. que ser ateu não implica necessariamente em atacar ou desprezar os demais indivíduos que se apegam à presença divina.

(extraído do
Brasil Escola)
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E Por Falar em Seriado


Rota 66 

 Série americana de sucesso nos anos 60 – 1960/64 -, que contava a história de dois jovens que viajavam pelos Estados Unidos em um  Chevrolet Corvette.

Apesar de seu título ser derivado da famosa autoestrada Rota 66, poucos episódios envolveram esta rodovia.[
 ntre os aspectos mais notáveis ​​da série destacam-se o Chevrolet Corvette conversível e a música instrumental que serviu de tema ao programa, composta e executada por Nelson Riddle, que se tornou um grande hit pop.

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